terça-feira, 27 de maio de 2014

# A dor - aprendendo como lidar #

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Antes de começar, eu gostaria de agradecer imensamente os gestos de carinho em relação ao último post, quando contei que tive uma semana de muita dor e as pessoas se solidarizaram muito com aquele momento, dando dicas, contado de seus momentos com enxaqueca e td mais....agradeço de coração, muito obrigada!

A dor, é um processo extremamente pessoal! Extremamente individual, íntimo, cada pessoa possui uma tolerância para ela e é uma sensação única para cada ser humano.
Sentir dor é normal...se você encosta seu braço em algo quente, é normal que sinta dor para tirá-lo de lá antes que queime...é uma proteção do organismo.

Mas, infelizmente, esse mecanismo falha, e a dor passa a ser um processo exagerado, a própria doença como se diz.
Vou falar aqui da cefaléia (dor de cabeça), que é a que conheço muito bem, pois me acompanha desde a infância.
Existem as primárias, aquelas cuja a dor de cabeça é a própria doença em si e as secundárias, quando elas são causadas por algum outro problema no organismo, como algum problema de visão, por exemplo, facilmente resolvido com o uso de lentes corretivas.

Bem, existem mais de 100 tipos de cefaléias. As mais comuns, que são as mais encontradas na população mundial, são as do tipo tensional e as enxaquecas.
As cefaléias tensionais, assim, como qualquer outra deve ser acompanhada por um médico neurologista, pois se auto-medicada, pode transformar-se em dor diária e de difícil tratamento. É uma dor intensa, de duração não muito longa, que costuma responder bem à repouso e remédios anti-inflamatórios.
Já as enxaquecas (que as pessoas adoram dizer que tem, mas não é bem assim....rs), é uma dor geralmente sentida apenas de um lado da cabeça (pode ser também dos dois), do tipo pulsátil, acompanhada de fotobofia, náuseas e até vômitos, podendo durar até 72 duras. Ela pode ser acompanhada ou não de aura, que são sintomas visuais que a pessoa pode ter antes da crise.

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Todos os tipos de dor possuem um efeito desencadeador, e isso varia muito de uma pessoa para outra, podendo ser de vários tipos como:

  • alimentar (café, queijos amarelos, chocolate, refrigerante, vinho, glutamato monossódico, etc...)
  • dormir mais ou menos do que o de costume
  • stress
  • problemas emocionais
  • cansaço
  • mudanças bruscas de temperatura 
  • fatores hormonais
  • biotipo muscular
  • bruxismo
  • ansiedade
  • jejum prolongado
  • perfumes e outros odores muito fortes
Entre outros fatores, pois como já mencionei, isso é muito particular!

Portanto, o intuito deste post é mostrar que o mais importante na doença "cefaléia" é o auto conhecimento do paciente. Prestar atenção aos sinais do seu corpo. Cuidado ao ouvir receitas disso ou daquilo, ouça seu médico, ouça seu corpo, tire todas suas dúvidas em consultas (não fique por aí andando com analgésicos de todos os tipos na bolsa), eles são as melhores respostas para que sua qualidade de vida melhore.

Tudo isso é um longo processo, mas só quem ganha é você. Eu estou lutando pelo meu bem estar...há seis anos, luto, luto e não desisto. Fico cansada, desanimo em alguns momentos, mas um dia, a resposta para os males pode aparecer...a causa, a cura, a melhora, ...nunca se sabe!!!

Um beijo!

E bom tratamento para você!!!



2 comentários:

Jô Turquezza disse...

Espero que todos que tem essas dores melhorem e fiquem curados.
Dor é mesmo insuportável.
Vou levar para o Facebook, tá?
Vai ajudar muita gente.
joturquezzamundial
Beijos.

Maria Rosa Sonhos disse...

Oi Flavia! Esse é o caminho, o da persistência. Não é fácil, mas compensa. Estou na torcida por nós todos que temos a vontade e a força para, conforme você disse, para sermos melhores na saúde do corpo e da alma. Beijo!!